Nascido no ICBAS em 1995, o Caderno Literário manteve-se até 2000, e renasce agora, fruto do acaso e do interesse de alguns alunos. O que encontrar na primeira edição do Caderno (.0) é uma compilação de vários textos que já foram publicados nos 11 Cadernos editados ao longo desses anos.
E, já agora, o que é o Caderno Literário? É só o sítio ideal para partilhares aqueles poemas que escreves quando te dá para inventares, umas frases rabiscadas nuns apontamentos, ideias engraçadas para um conto que te surgem de vez em quando. Seja em pseudónimo, ortónimo, heterónimo, anónimo... Tudo o que queiras enviar é bem-vindo.
O Caderno está dividido em Poesia, Conto/Prosa, Crítica/Opinião, Tema e Página Branca.
O Tema para cada Caderno será lançado na altura da publicação do Caderno anterior (atenção que o tema não se aplica a todo o Caderno, apenas à rubrica reservada para tal – o tema será publicado no blog).
A Página Branca é um desafio no qual tens que construir um texto com as palavras espalhadas nesta página. A ordem das palavras tem que ser respeitada, todas têm que ser usadas e tem que ser a palavra exacta que está lá escrita. Os textos serão publicados no Caderno seguinte.
A Crítica/Opinião é um espaço para mostrares ao mundo (pronto, ao ICBAS...) o que achaste de um livro que tenhas lido, um filme que tenhas visto, alguma coisa que te tenha acontecido (as más línguas não são bem-vindas!).
A Poesia e o Conto/Prosa dispensam apresentação. O importante é que participes!
E para participar dirige-te ao computador com net mais próximo e manda-nos um mail para cadernoliterario@gmail.com, entrega os teus textos a um dos elementos da redacção ou deixa-os na caixa na Manela (se forem escritos à mão, o mais legível possível, por favor!).
Todos os textos serão publicados, estando sujeitos a selecção apenas se não houver espaço suficiente – mas há sempre mais edições para os que não couberam nas anteriores.
Para qualquer dúvida já tens o endereço do nosso blog e o nosso e-mail.
Bem-vindo ao mundo do Caderno Literário! Espero que gostes.
Inês Matos